1. Personalização dos cuidados tendo em conta que cada doente tem a sua história pessoal, condições, necessidades, forças, valores e convicções próprios.
2. Confiança e franca comunicação com o doente e família para compreender e proteger os seus valores culturais, psicossociais e espirituais e assegurar os melhores resultados do tratamento.
3. Acessibilidade a serviços religiosos ou outros relativos às convicções espirituais e religiosas de cada doente.
4. Respeito pela privacidade, a partir de condições estruturais e processos de trabalho desenhados para tal fim.
5. Garantia contra extravio ou furto dos bens de doentes sem alternativa para os guardar ou sem capacidade para tomar decisões sobre os mesmos.
6. Protecção contra agressões físicas, abusos, humilhação, exploração financeira, retaliação, cuidados negligentes, recusa na prestação de serviços e auxílio em caso de incêndio, com atenção ao grau de vulnerabilidade dos diferentes tipos de doentes.
7. Confidencialidade da informação.
8. Participação apropriada dos doentes e das famílias no processo de cuidados.
9. Consentimento esclarecido na admissão, completado por decisões de consentimento para procedimentos de risco.
10. Avaliação e gestão da dor, com instrução dos doentes e das famílias sobre como compreender a dor e outros sintomas, os seus riscos e sintomas, a importância e os métodos do seu controlo e o processo de avaliação.
11. Informação sobre o profissional responsável pela coordenação dos cuidados.
12. Educação dos profissionais sobre os direitos dos doentes.